terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Café e torturas


- Eu só queria não ter todos os dias essa dúvida incômoda sobre agir como agi por tantos anos, ou tomar o cuidado de fazê-lo de acordo com a pessoa que construí ultimamente. Difícil saber o que é mais certo. Essa racionalidade me cansa.

Um curto suspiro.

- Acho que quero ser eu outra vez, se é que me entende.

E sorveu o resto de café num único gole, perplexa. Queria mesmo era voltar no tempo, desesperada que estava. Ter, por Deus, seu mundo nas mãos.

3 comentários:

Carolina Pires disse...

Isa, meu amor. Até parece que eu sou digna de teus elogios, das tuas palavras tão bem simetricamente articuladas. Jamais. Saiba que esse meu blog só surgiu por causa da minha paixão pelo teu, pelos teus escritos, pelas tuas palavras, pelo teu carinho, doçura e sensibilidade ao digitar cada letrinha e compartilhá-las conosco.
Sinto saudades de ti, desejo muito o nosso encontro de música e poesia. E por favor entenda que eu nao sou NADA perto de ti. Tu que me impulsionastes a isso e eu te amo cada vez mais por este favor.
Te amo.

cássia guerra disse...

Não raciocina nesse momento, Isa. Sente!

Mateus disse...

nossa, demais :o
bjão, mt bom