terça-feira, 8 de julho de 2008

Desculpa pela minha ausência, mundo, mas não posso estar presente pra ninguém enquanto eu não estou aqui em mim.
Não quero definições agora. Minhas dores já têm nome, sim, embora as anônimas venham com força desigual quando estas novas aparecem. Mas não quero falar de dores hoje, já é tarde.

Eu já sei que tudo isso é meu fardo, eu já sei, eu já sei sim, sem problemas. Não tenta me convencer de que é fácil nem mostrar que por ser difícil eu devo ser forte, que não adianta e não faz a menor diferença. Obrigada mundo. Obrigada pelas palavras, todo mundo que as dirige à mim. Pelos abraços, pelos sorrisos, pelo ajudarsemsabernoquê. Mas agora eu só preciso do escuro e da lágrima e dos sonhos em destruição e da força que enfraquece a cada segundo a cada sol a cada dia a cada sorriso forçado e sínico que parece sincero enfim. Só preciso dessa coisa que me engole inteira a cada problema pequeno, crescendo de dentro como um monstro adormecido que eu havia deixado pra trás pensando estar livre pra sempre.

Escrever é uma praga, se querem saber. Me faz descobrir coisas demais. E eu gosto.

6 comentários:

Carlos Martins disse...

Entre alternâncias de humor, sempre há uma lacuna, só tua, só você conhece.

Seria ótimo algum dia poder compartilhar páginas de um diário, páginas de sua vida. Compartilhar tua essência que digo, gosto muito.

Sempre que quiser compartilhar, conte comigo.

Carlos Martins disse...

Ah...

Efeito borboleta, Isa. Se assistir, vai me entender.

Beijão!

Nana Psico disse...

N�o se trata de uma praga, Isa, e sim de um v�cio. � a maneira que temos de nos mostrar sem aparecer. Quer coisa melhor??? Vomitar sem ningu�m saber quem fez a sujeira? Beijos e tudo de bom pr� ti!

R Lima disse...

Te encontrei por aí.. e soube que faz aniversário, bem pertinho do meu..

Feliz Aniversário hoje.,

e,




Venha ler AMANHÃ, dia 12, um texto em comemoração a data.. lá no AveSSo.


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O AveSSo dA ViDa - um blog onde os relatos são fictícios e, por vezes, bem reais...

beatriz disse...

Mas agora eu só preciso do escuro e da lágrima e dos sonhos em destruição e da força que enfraquece a cada segundo a cada sol a cada dia a cada sorriso forçado e sínico que parece sincero enfim. Só preciso dessa coisa que me engole inteira a cada problema pequeno, crescendo de dentro como um monstro adormecido que eu havia deixado pra trás pensando estar livre pra sempre.

Escrever é uma praga, se querem saber. Me faz descobrir coisas demais. E eu gosto. (!)



nada posso fazer ao não ser copiarcolar.Se almentar ou diminuir,não sei,pode estragar.
Mas acho que acabei de cometer isso.'As palavras traem...'

beatriz disse...

aumentar.porfavor